Era uma vez uma aldeia isolada, solitária, esquecida. Nela viviam um punhado de pessoas. As pessoas dessa aldeia passavam o dia abandonadas, solitárias, esquecidas dentro das suas casas antigas de pedra. Esse punhado de gente, aparentemente desinteressante, não o era de todo. Dentro da aldeia, dentro das casas, dentro das suas cabeças guardavam-se segredos intocáveis. Esses segredos impenetráveis, que os ouvidos jamais ousaram ouvir, não foram sepultados com os seus confidentes como era o seu desejo.
sábado, 11 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
DesonestamenteHonesto.blogspot.com
São míseros vícios
que me ligam a ti
Lembranças de ti no meu rosto
Perdidas no meu corpo
Escondidas no meu peito
São pérolas que guardo
E dou aos meus porcos
São pombas que me comem o cérebro
E vomitam
São os meus pensamentos
a tomar o controlo
e eu a caír sobre as silvas
sobre as nuvens
sobre o mar
e sobre todas as coisas
que me ligam a ti.
que me ligam a ti
Lembranças de ti no meu rosto
Perdidas no meu corpo
Escondidas no meu peito
São pérolas que guardo
E dou aos meus porcos
São pombas que me comem o cérebro
E vomitam
São os meus pensamentos
a tomar o controlo
e eu a caír sobre as silvas
sobre as nuvens
sobre o mar
e sobre todas as coisas
que me ligam a ti.
quarta-feira, 25 de março de 2009
7cadeiras.blogspot.com
7 cadeiras rumando ao tecto
no tecto perdidas
7 cadeiras vazias vazias
7 7 7 7 7 7 7
7 x 7
7 vezes 7
sete vezes sete
cadeiras intensamente vazias
de sentido.
Caíram no chão
Partiram as pernas
Havia muito sangue
e pernas partidas.
no tecto perdidas
7 cadeiras vazias vazias
7 7 7 7 7 7 7
7 x 7
7 vezes 7
sete vezes sete
cadeiras intensamente vazias
de sentido.
Caíram no chão
Partiram as pernas
Havia muito sangue
e pernas partidas.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Pedra-de-toque
quarta-feira, 18 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
E se deixasses de conseguir?
Deixar de ter a vantagem
De justificar o “não devir”
Por falta de coragem
E se cada inacção não tiver
Um designio maior?
E se for uma desculpa qualquer
Que paira confortável a teu redor?
És difuso
mas no entanto
pensas que a falta de uso,
para meu espanto,
é a condição útil
para que na areia,
um passo fútil
seja bricadeira
seja natural,
seja verdadeiro.
Deixar de ter a vantagem
De justificar o “não devir”
Por falta de coragem
E se cada inacção não tiver
Um designio maior?
E se for uma desculpa qualquer
Que paira confortável a teu redor?
És difuso
mas no entanto
pensas que a falta de uso,
para meu espanto,
é a condição útil
para que na areia,
um passo fútil
seja bricadeira
seja natural,
seja verdadeiro.
segunda-feira, 9 de março de 2009
valete de Copas Dama de espadas
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